Sofá na Rua chega aos 13 anos como símbolo de ocupação cultural no RS e anuncia edição especial

por | abr 8, 2026

Foto: Eduarda Gaeta

Em abril, as ruas do centro histórico de Pelotas serão ocupadas pelo Sofá na Rua, que celebra treze anos de atuação na promoção da ocupação cultural da cidade. O evento reforça a importância do uso dos espaços públicos como territórios de convivência, arte e expressão coletiva, reunindo diferentes linguagens e públicos.

A programação acontece no dia 19 de abril, a partir das 15h, na Rua Félix da Cunha, com entrada gratuita, convidando a população a participar de um encontro que valoriza a cultura local, fortalece vínculos comunitários e transforma a cidade em um grande palco a céu aberto.

Criado em 2012, no bairro Porto, em Pelotas, o projeto se consolidou como uma importante iniciativa de ocupação do espaço público e de fomento à arte independente. Ao longo de sua trajetória, o Sofá na Rua construiu uma atuação contínua e relevante na cidade, fortalecendo a cena cultural local e ampliando o acesso à arte.

Com mais de 100 edições realizadas e cerca de 350 apresentações artísticas acumuladas, o projeto se destaca pela diversidade de linguagens e pela capacidade de mobilizar diferentes públicos. A iniciativa transforma ruas em espaços de encontro, convivência e expressão, reafirmando a apropriação de espaços comuns a partir da cultura como ferramenta de conexão e transformação social.

Com uma programação que reúne música, performances, poesia, gastronomia e feira cultural, o Sofá na Rua transforma a rua em um verdadeiro espaço de convivência e criação coletiva, ocupando o espaço público com arte e fortalecendo a cultura local, criando um ambiente acessível, diverso e aberto à participação. Entre as atrações confirmadas desta edição estão Kumbiayala, Jessie Jazz, Maurel Duarte e Bataclã FC, nomes que estimulam a pluralidade da programação e a valorização de artistas independentes e da produção cultural da região

Reconhecido por sua gestão horizontal e pelo compromisso com o acesso à cultura, o festival se afirma também como um espaço de debate sobre o direito à cidade e a valorização da diversidade estética, promovendo reflexões que vão além da programação artística e fortalecendo o papel da cultura como ferramenta de transformação social. A edição de 2026 reforça esse percurso ao convidar o público para mais um encontro marcado pela arte, pela coletividade e pela ocupação consciente do espaço urbano.

VOLTAR